Acho que me vou arrepender. Não gosto de confusão nem de cerveja.
Mas vou na mesma!
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15.9.09
6.10.07


Nunca tinha visto isto: um trabalhador pega na pá e o outro, com uma corda, ajuda-o a levantá-la.
Em 90 km de estrada em obras, no Butão, nunca vimos uma máquina. É tudo feito à mão, com instrumentos rudimentares e essa distância está a ser reconstruida em toda a sua extensão. São mesmo 90 km de famílias inteiras a trabalhar, pequenos e grandes, tudo ajuda.
Viam-se bébés, a dormir no chão, no meio de uma poeirada infernal ou ao colo das mães ou de irmãos mais velhinhos.


Impressiona ver aquelas pessoas que, por necessidade, vivem em condições sub-humanas. Segundo nos foi dito são, na sua maioria, indianos que para aqui vieram, para trabalhar nas obras.
Um facto curioso: tivemos que esperar 3 horas para fazer a viagem de autocarro, porque a estrada estaria fechada num dos sentidos, enquanto o outro funcionava, já que o espaço livre só deixava passar um carro de cada vez. Pois bem, quando chegou a hora e começámos a viagem, o trânsito no sentido inverso era igual, ninguém respeitava o sinal de trânsito proibido. Os cruzamentos de 2 viaturas era uma aventura de loucos, sempre em risco de um deles resvalar por aquelas encostas até ao rio ou então trepar por montes de pedras e cascalho. Ao fim de 5 horas e de manobras estranhas, lá chegámos a Paro, sem mortos nem feridos.
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