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22.9.09

15.9.09

30.6.09



Pensava eu, ao ir a Bucareste, que ia encontrar uma cidade como Varsóvia ou Sófia, descaracterizadas pelos regimes comunistas. Bem, enganei-me. Apesar dos estragos, é uma bela cidade.
Resistiu a incêndios, terramotos e à revolução que depôs Ceausescu. É certo que está mal tratada, mas começam a ver-se os efeitos da entrada na CEE. Vêm-se obras por toda a cidade, na recuperação de belos palácios. Pena é que no meio deles se encontrem aquelas construções aberrantes dos regimes comunistas.

As ruas, no centro da cidade, são espaçosas e arejadas, sem prédios altos e ainda com poucos edifícios de vidro. E sem turistas japoneses aos magotes... ainda!


Esta última fotografia mostra uma realidade que eu só tinha visto no Nepal. Emaranhados de fios eléctricos por cima das nossas cabeças, alguns partidos e caídos no chão ou amarrados a sinais de trânsito.
Têm um longo caminho a percorrer, mas daqui a uns 10 anos será uma cidade a incluir nos roteiros turísticos. Vai valer a pena.

28.6.09


Vamos ver como me saio com este teclado romeno. Atè (oops) sò os acentos. O ? està num sìtio estranho, mas funciona.
"O Palàcio do Parlamento (Palatul Parlamentului, em romeno) està localizado em Bucareste, na Romènia. Com 350.000 m² é o maior palàcio do mundo e o segundo maior edifìcio, depois do Pentàgono".
Digo-vos: sò visto! E sò um megalòmano louco, como o Ceausesco, para construir uma barbaridade destas.
Depois conto mais. O avião vem aì.

21.5.09



Dizem as estatísticas que é nos países escandinavos que há melhor qualidade de vida. Depois desta visita a Copenhague, não me custa acreditar. As pessoas não se queixam da crise e nem sabem o que isso é. Andei a pé pela cidade e não vi engarrafamentos, fosse a que horas fosse, com ou sem chuva. A bicicleta é "o" meio de transporte. Os pais levam as crianças para a rua, faça sol ou faça chuva, nos seus carrinhos todos artilhados para a inconstância do clima. Não são um povo expansivo nem alegre, mas compreende-se, com aquelas noites intermináveis com que têm que se haver durante metade do ano. É certo que na outra metade têm mais luz que nós, que vivemos mais a sul, mas o sol não é tão brilhante nem tão quente. Ganham bem e isso vê-se no dia a dia.
As ruas estão limpas, o rio é limpo e a água transparente. Resumindo, vive-se bem, mas eu não queria lá viver. Gostava sim que por cá não se poluísse tanto, que as pessoas fossem mais respeitadoras e solidárias. O esforço não é assim tão grande. Ou será?

18.5.09


Se eu deixasse a minha bicicleta ali no meio, só a encontrava quando todas tivessem saído. Como é que se reconhece uma bicicleta no meio de outras iguais?
E é assim, por toda a cidade de Copenhague.

26.5.08

Budapeste



Bela cidade esta, que resistiu a várias ocupações e que nem os comunistas conseguiram descaracterizar.

3.3.08



Fiquei agradavelmente surpreendida com Málaga. É uma cidade grande, ordenada e muito bonita. Apesar de ficar perto de Torremolinos, não foi estragada pela fúria imobiliária.

Esta é a Catedral d Málaga, mais conhecida como "manquita", por nunca ter sido terminada. vale a pena ler aqui a história da sua construção. O seu interior é imponente.

13.2.08



No Rio de Janeiro as Escolas de Samba dividem-se em 2 categorias. No Sábado e Domingo antes do dia de Carnaval, desfilam as Escolas do 2º grupo. As Escolas do Grupo Especial desfilam na 2ª e 3ª feira. Eu só assisti aos desfiles de Sábado e fiquei espantada com a riqueza e o pormenor dos carros e das fantasias. É o trabalho de um ano inteiro, que envolve toda a comunidade, para um desfile que não pode ultrapassar 1 hora e 20 minutos, desde que entra no Sambódromo a 1ª figura, até que sai a última.
O nº de figurantes situa-se entre os 3000 e os 6000, portanto, cada um fica aproximadamente 30 minutos a desfilar. Tanto trabalho e tanto dinheiro para tão curto tempo de glória.

10.2.08


Cá estou, de novo.
E digo-vos já, assistir ao desfile das escolas de samba, ao vivo e a cores, é uma experiência única. E desfilar no meio daquela avenida é emocionante. Um dia destes conto tudo.