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13.10.11
8.9.09
30.6.09
Pensava eu, ao ir a Bucareste, que ia encontrar uma cidade como Varsóvia ou Sófia, descaracterizadas pelos regimes comunistas. Bem, enganei-me. Apesar dos estragos, é uma bela cidade.
Resistiu a incêndios, terramotos e à revolução que depôs Ceausescu. É certo que está mal tratada, mas começam a ver-se os efeitos da entrada na CEE. Vêm-se obras por toda a cidade, na recuperação de belos palácios. Pena é que no meio deles se encontrem aquelas construções aberrantes dos regimes comunistas.
As ruas, no centro da cidade, são espaçosas e arejadas, sem prédios altos e ainda com poucos edifícios de vidro. E sem turistas japoneses aos magotes... ainda!
Esta última fotografia mostra uma realidade que eu só tinha visto no Nepal. Emaranhados de fios eléctricos por cima das nossas cabeças, alguns partidos e caídos no chão ou amarrados a sinais de trânsito.
Têm um longo caminho a percorrer, mas daqui a uns 10 anos será uma cidade a incluir nos roteiros turísticos. Vai valer a pena.
22.1.08

Desde Sábado que ouvia, no Boletim Meteorológico, que os dias seriam de sol. Mas nem vê-lo e temperatura andava pelos 9º durante o dia. E dizia para mim mesma que os meteorologistas são uns mentirosos.
Mas hoje, quando me vinha embora é que percebi: tinha andado aqueles dias todos enfiada em nevoeiro. Nem o sol quer nada com aquela porcaria de terra.
No Porto é que estou bem!
21.11.07
Hoje recebi, pelo correio, uma prenda inesperada. Confesso que fiquei emocionada com a oferta carinhosa da Menina Fatyly. Não é o bolo, é aquele lindo pano, que está por baixo do prato, com cartãozinho e tudo. Muito obrigada Fatyly, pela oferta a alguém que não conheces pessoalmente. Um beijo e um abraço bem apertado.
E para ti também, carteiro de serviço, que foste o mediador.
O bolo é uma experiência culinária, acabadinho de saír do forno e que só mais logo vai ser sujeito à votação dos habitantes desta casa.
2.11.07

Uma vez um filósofo teve o seguinte sonho:
Primeiro Aristóteles apareceu, e o filósofo disse-lhe, "Podes dar-me um esboço de quinze-minutos da tua filosofia inteira"? Para surpresa do filósofo, Aristóteles deu-lhe uma exposição excelente em que comprimiu uma quantidade enorme de material nuns meros quinze minutos. Mas então o filósofo levantou uma certa objecção a que Aristóteles não conseguiu responder. Confundido, Aristóteles desapareceu. Então Platão apareceu. A mesma coisa aconteceu outra vez, e a objecção do filósofo a Platão era a mesma que a sua objecção a Aristóteles. Platão também não conseguiu responder e desapareceu. Então, todos os filósofos famosos de história apareceram um por um e nosso filósofo refutou cada um com a mesma objecção. Depois de o último filósofo desaparecer, o filósofo disse de si para si: "sei que estou a dormir e a sonhar com tudo isto. Mas encontrei uma refutação universal para todos os sistemas filosóficos! Amanhã quando acordar, provavelmente terei esquecido tudo, e o mundo realmente perderá algo"! Com um enorme esforço, o filósofo forçou-se a acordar e, à pressa, anotou sua refutação universal. Então voltou para a cama com um suspiro de alívio. Na manhã seguinte quando acordou, foi à escrivaninha ver o que tinha escrito. Era apenas isto: "Isso é o que tu dizes".
27.9.07


A Durbar Square de Bhaktapur está a sofrer um grande processo de restauro. Quando terminar, ver-se-á uma praça monumental, repleta de templos de madeira, e estátuas de pedra.

Estando tão perto de Kathmandu, é estranho ver tanta limpeza. O trânsito não entra na praça e depois da confusão do dia anterior, parecia um pedaço do céu.
Bhaktapur e Patan salvaram, para mim, o Nepal. Se fizerem o mesmo na Durbar Square de Kathmandu, farei as pazes com a cidade.
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