Mostrar mensagens com a etiqueta beleza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta beleza. Mostrar todas as mensagens

26.5.08

Budapeste



Bela cidade esta, que resistiu a várias ocupações e que nem os comunistas conseguiram descaracterizar.

31.1.08


Amanhã vou para o Rio de Janeiro, passar o Carnaval. Não seria a data da minha preferência, mas concordei. E o plano é ir desfilar... Quem me conhece sabe que não é muito do meu género, pelo contrário, fujo do barulho e da confusão. Mas, como diz o povo, viver é aprender e com desfile no Sambódromo ou sem ele, Rio, me aguarda.
Uma semana e estarei de volta.
Divirtam-se, que eu vou tentar fazer o mesmo.

9.1.08


Vamos sentar e conversar? O mar fica mesmo em frente.

PS. é melhor levarem um agasalho, ainda está frio.

27.9.07



A Durbar Square de Bhaktapur está a sofrer um grande processo de restauro. Quando terminar, ver-se-á uma praça monumental, repleta de templos de madeira, e estátuas de pedra.
Estando tão perto de Kathmandu, é estranho ver tanta limpeza. O trânsito não entra na praça e depois da confusão do dia anterior, parecia um pedaço do céu.
Bhaktapur e Patan salvaram, para mim, o Nepal. Se fizerem o mesmo na Durbar Square de Kathmandu, farei as pazes com a cidade.

13.9.07





Gyantse, a 440km de Lhasa. Aqui, os tibetanos ainda não foram invadidos pelos chineses. Os costumes são os autênticos do Tibete, os habitantes vivem da agricultura e o turismo praticamente não existe. A limpeza não faz parte desses costumes, mas quem sou eu para criticar?
Gostei!

10.9.07



Confesso que fui para o Tibete cheia de expectativas, criadas por leituras ou por reportagens televisivas. Era, para mim, um local mítico, o tecto do mundo, cheio de tradições e de grande espiritualidade. A espiritualidade está lá, vê-se em numerosos mosteiros, mas as tradições foram adulteradas pelos chineses, que invadiram Lhasa e as principais cidades do Tibete, impondo o seu modo de vida e um comércio agressivo que floresce em tudo quanto é canto.
É claro que a paisagem é aquela que eu estava à espera, linda, de cortar a respiração. Aquelas altitudes, acima dos 3500 metros, apesar do mal-estar que provocam, tornam o ar límpido, as montanhas têm contornos perfeitamente definidos e o céu é de um azul único.

Em Lhasa, aquele que é considerado o ex-libris da cidade, o Mosteiro Potala, é muito mais impressionante do que eu estava à espera. É lindo e a posição que ocupa na cidade, ainda o torna mais imponente. Apesar do tamanho é de uma graciosidade tocante.

E à noite, apetece ficar ali, numa praça imensa, a olhá-lo, em silêncio.
Todas as noites, às 9 horas, há, naquela praça, um espéctaculo de àgua luz e som digno de ser visto. A água dança, ao som de diversas músicas, respeitando os vários ritmos. Nunca tinha visto um espectáculo assim. Afinal os chineses conseguem, com o seu avanço na técnica, fazer coisas impressionantes.
Ficou-me, de Lhasa, a recordação do mosteiro visto por trás de uma cortina de água, belo e grandioso.

4.9.07

O Butão é uma monarquia em fase de transição. O Rei Jigme Singye Wagchuck abdicou, em 2006, a favor do seu filho de 26 anos. Em 2008, o regime será substituído por uma democracia, com eleições nesse mesmo ano. Esta decisão do monarca não foi vista com agrado pelos habitantes do país, que prefere continuar como uma monarquia. É um povo pobre, mas feliz. Aliás, esse rei, num discurso feito na ONU, disse que instituiu no país, a FIB (felicidade interna bruta), colocando o bem estar dos súbditos acima de qualquer outros interesses nacionais. E deve tê-lo feito, ou não seria respeitado como é.
O número de turistas a quem é concedido o visto, não ultrapassa os 7000, por ano. Considero-me, por isso, uma privilegiada, por ter conhecido esse povo genuíno e puro.
Este mosteiro, Taktsang, ou o Ninho do Tigre, fica situado em Paro, a segunda cidade do país, logo a seguir a Thimphu, a capital. Chegar lá não é fácil, mas não é impossível e a vista sobre o vale merece o sacrifício.

13.7.07




Castelo de Ljubljiana.
Segundo se lê no desdobrável que nos dão à entrada, do alto da torre vê-se 1/3 da Eslovénia.
E não é pelo facto de ser um país pequeno, que é asseado e cuidado. É por ser habitado por pessoas cultas e civilizadas.

4.7.07



O Lago Bled fica a cerca de 50km de Ljubljana, pertinho dos Alpes e da Áustria. Chegar lá, é um regalo para a vista, embora tenhamos ido pela auto-estrada.
A água do lago tem uma cor lindíssima. E é transparente, coisa que já não estou habituada a ver em Portugal. Aqui, qualquer tanquezito, tem barcos e montes de motas de água a contaminar tudo. Os barcos podem andar a passear, ou a levar turistas para a igreja que está lá no meio, mas só a remos. Motas de água? Nem pensar.

Aqui não há meninas de cor de rosa.

3.7.07


Já sabia que a Eslovénia é um país pequeno e que a sua capital, Ljubljana, tem apenas 200.000 habitantes. Do que eu não estava à espera, era da boa qualidade de vida dos eslovenos. Esta foto foi tirada na sexta-feira às 10 da manhã, no centro da cidade. Trânsito caótico não há, as pessoas deslocam-se de bicicleta ou de transportes públicos. A limpeza é extrema, muito superior à que vi em Singapura, cidade que é famosa pelas multas pesadas para quem suja as ruas.
As casas estão conservadas, não há prédios velhos, a caír ou a precisar de pintura. O interior do país é igualmente arrumado e limpo, nada de ter trastes velhos no meio dos campos. As janelas com flores dão um ar alegre às vilas e aldeias. Tudo isto, a juntar à beleza natural, faz da Eslovénia um pais que dá gosto visitar. Adorei!
Com tristeza, constato que somos um país de desleixados e de preguiçosos, que não cuidamos da natureza bonita que temos.

2.7.07