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13.10.11
14.2.08


Tenho uns amigos cariocas que conseguiram lugares para desfilar na Escola de Samba Académicos da Rocinha. Hora do desfile: Sábado, 4 horas da madrugada. Não se pode ter tudo, por isso há que aceitar. A coisa ficou melhor quando nos ofereceram entradas para o camarote do patrocinador da escola. Comida, bebida e assistir ao desfile num lugar privilegiado, ajudaram a passar o tempo.
Às 3 horas, vestir a fantasia e ir para a formação. Ora bem, vestir a fantasia não devia ser difícil, mas tornou-se no maior motivo de risota da noite. Quando me visto, deixo os sapatos para o fim. Assim fiz. Vesti o vestido, pus a saia de fitas por cima. De seguida enfiei as caneleiras, coloquei o esplendor, uma peça com uma armação de ferro que se colocava sobre os ombros, um colete com uma pomba, não sei de que material, mas que era duro e que era para uma pessoa mais alta que eu. Por cima disto tudo, ainda uma gola. Até aqui, tudo correu normalmente, a saia era larga e estava sempre a cair, as fitas arrastavam e pisava-as, mas tudo bem. Faltavam as peças para os braços e as sandálias. Aqui é que foram elas. Quem conseguia calçar e apertar as sandálias com aquela coisa rígida à frente? Ninguém, está claro. E ali estávamos, 5 pessoas num camarote, com o tempo a escassear, a rir que nem perdidos com as figuras de cada um. Até apertar as sandálias uns dos outros era difícil. O jeito foi abrir a porta e encontrar um incauto para fazer esse serviço. Uma desgraçada que ia a passar prestou-se e lá o fez, assim como apertar os adereços nos nossos braços.
Elmo na cabeça, estandarte na mão e toca a sair para a formação. Só para chatear, chovia a potes. As penas ficaram num estado miserável, mas nada de desistências. Estava calor, a chuva não era fria e faltava pouco para começar o desfile.
No caminho, encontrávamos pessoas que se fantasiavam no meio da rua, quase nuas, sem nenhum problema. Tivemos sorte em arranjar um camarim, senão faríamos a mesma figura.
E pronto, fomos para a nossa ala, ouvimos as instruções e partimos para 30 minutos de glória, na Av Sapucaí, ao som da bateria.

A raínha da bateria, Fábia Borges.

Apesar da hora tardia e da chuva, adorei participar. Fui para a cama às 8 da manhã, coisa que já não fazia há muitos anos.
13.10.07
19.9.07
17.9.07
Não foi a 1ª vez que assisti a uma sessão destas. Segundo me explicaram, estas reuniões de monges são para debater ideias e cada um fazer valer os seus argumentos. Mas de ambas as vezes, só fiquei com a ideia de que são uma fantochada para turista ver. Eu sei que não entendo a língua e os debates até podem ser interessantes, mas o aparato não me convenceu.
5.9.07


As casas, no Butão, são todas semelhantes, cheias de madeiras trabalhadas e pintadas. E enormes, também. O efeito, no meio da paisagem é muito bonito.
Quem herda a casa de família são as filhas. É suposto os homens fazerem pela sua vida e arranjarem casa. Os casamentos não são combinados e em alguns locais a poligamia e a poliandria são praticadas.

Todos os habitantes devem usar o traje oficial, Gho, para os homens e Kira para as mulheres, em público. Os funcionários públicos usam, ainda, uma espécie de xaile atravessado, variando a cor de acordo com a posição que ocupam. Será um pouco estranho, para nós, mas é assim que funciona.
3.6.07




Este ano, o cortejo da festa da cereja foi feito só com as crianças do concelho. Gostei de ver todos aqueles meninos a desfilar, vestidos de acordo com o dia e a cantar. Quase todas aquelas cerejinhas traziam no peito, uma foto do olho da Maddie, fotos essa que também foram distribuidas pelos milhares de pessoas que assistiam ao desfile. Contra o que é costume, gostei do cortejo. Só fiquei irritada com a mesma música que tocava contínua e repetidamente. Era a canção da cereja, mas não exageremos.
8.1.07
Janeiras

Li, há uns dias, aqui, um post sobre as janeiradas. Comentei que a tradição estava a perder-se, e continuo a pensar assim. Mas, no sábado, fomos surpreendidos por um grupo que andava a cantar as janeiras, lá para os lados do Douro. Cantavam e tocavam lindamente as músicas tradicionais. Gostei de ouvir. O objectivo é que não era lá muito católico, andavam a pedir dinheiro para os festejos do carnaval, do lugar onde viviam.
Mas gostei, mesmo assim.
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