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21.5.09



Dizem as estatísticas que é nos países escandinavos que há melhor qualidade de vida. Depois desta visita a Copenhague, não me custa acreditar. As pessoas não se queixam da crise e nem sabem o que isso é. Andei a pé pela cidade e não vi engarrafamentos, fosse a que horas fosse, com ou sem chuva. A bicicleta é "o" meio de transporte. Os pais levam as crianças para a rua, faça sol ou faça chuva, nos seus carrinhos todos artilhados para a inconstância do clima. Não são um povo expansivo nem alegre, mas compreende-se, com aquelas noites intermináveis com que têm que se haver durante metade do ano. É certo que na outra metade têm mais luz que nós, que vivemos mais a sul, mas o sol não é tão brilhante nem tão quente. Ganham bem e isso vê-se no dia a dia.
As ruas estão limpas, o rio é limpo e a água transparente. Resumindo, vive-se bem, mas eu não queria lá viver. Gostava sim que por cá não se poluísse tanto, que as pessoas fossem mais respeitadoras e solidárias. O esforço não é assim tão grande. Ou será?

18.5.09


Se eu deixasse a minha bicicleta ali no meio, só a encontrava quando todas tivessem saído. Como é que se reconhece uma bicicleta no meio de outras iguais?
E é assim, por toda a cidade de Copenhague.

17.9.07


Não foi a 1ª vez que assisti a uma sessão destas. Segundo me explicaram, estas reuniões de monges são para debater ideias e cada um fazer valer os seus argumentos. Mas de ambas as vezes, só fiquei com a ideia de que são uma fantochada para turista ver. Eu sei que não entendo a língua e os debates até podem ser interessantes, mas o aparato não me convenceu.