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1.2.09



Há muito tempo que não escrevo aqui.
Não sei se os outros tempos voltarão, mas por enquanto fico calada. Bem, hoje não.
E tudo devido aos comentários às fotos que tirei na Barriosa que, presumo, a minha irmã, identificou.
Foi naquela zona que nasci e foi ali que, ao fim de alguns anos de ausência, voltei. E depois de vários anos sem lá ir, constatei que aqueles lugares nunca me tinham saído da memória e que tinha sentido saudades. Quanto mais lá vou, mais me apetece voltar.
Deve ser mágico, porque há pessoas que não sendo de lá, sentem o que eu sinto (ou quase) e ficam com vontade de voltar.
Vêm-me à memória as longas tardes de verão passadas no rio, as enguias que apanhávamos nas levadas, quando a água era desviada e que depois levávamos a uma tia, que tinha uma pachorra enorme para as arranjar e preparar para o nosso lanche e ainda as corridas atrás das cabras e ovelhas, pelos campos fora.
Naqueles tempos quem pensaria em playstations e companhia? Nem luz eléctrica havia, e nem tenho ideia de ela me fazer falta.
No último fim de semana que lá passei, a luz faltou durante umas horas, mas umas velas e a lareira cumpriram a sua função e fomos deitar-nos já de madrugada. Apenas um porém, sem luz também não há água!
Enfim, reminiscências de quem já não é novo!

19.11.07

13.9.07





Gyantse, a 440km de Lhasa. Aqui, os tibetanos ainda não foram invadidos pelos chineses. Os costumes são os autênticos do Tibete, os habitantes vivem da agricultura e o turismo praticamente não existe. A limpeza não faz parte desses costumes, mas quem sou eu para criticar?
Gostei!

4.9.07

O Butão é uma monarquia em fase de transição. O Rei Jigme Singye Wagchuck abdicou, em 2006, a favor do seu filho de 26 anos. Em 2008, o regime será substituído por uma democracia, com eleições nesse mesmo ano. Esta decisão do monarca não foi vista com agrado pelos habitantes do país, que prefere continuar como uma monarquia. É um povo pobre, mas feliz. Aliás, esse rei, num discurso feito na ONU, disse que instituiu no país, a FIB (felicidade interna bruta), colocando o bem estar dos súbditos acima de qualquer outros interesses nacionais. E deve tê-lo feito, ou não seria respeitado como é.
O número de turistas a quem é concedido o visto, não ultrapassa os 7000, por ano. Considero-me, por isso, uma privilegiada, por ter conhecido esse povo genuíno e puro.
Este mosteiro, Taktsang, ou o Ninho do Tigre, fica situado em Paro, a segunda cidade do país, logo a seguir a Thimphu, a capital. Chegar lá não é fácil, mas não é impossível e a vista sobre o vale merece o sacrifício.

12.3.07


O nosso povo tem a poesia no sangue.
Não é mentira, S. Gião é uma terra bonita.

28.1.07


Porque é que as coisas de que gostamos ficam sempre bem, nas fotografias? Pelo menos, eu penso assim.