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14.11.09
30.6.09
Pensava eu, ao ir a Bucareste, que ia encontrar uma cidade como Varsóvia ou Sófia, descaracterizadas pelos regimes comunistas. Bem, enganei-me. Apesar dos estragos, é uma bela cidade.
Resistiu a incêndios, terramotos e à revolução que depôs Ceausescu. É certo que está mal tratada, mas começam a ver-se os efeitos da entrada na CEE. Vêm-se obras por toda a cidade, na recuperação de belos palácios. Pena é que no meio deles se encontrem aquelas construções aberrantes dos regimes comunistas.
As ruas, no centro da cidade, são espaçosas e arejadas, sem prédios altos e ainda com poucos edifícios de vidro. E sem turistas japoneses aos magotes... ainda!
Esta última fotografia mostra uma realidade que eu só tinha visto no Nepal. Emaranhados de fios eléctricos por cima das nossas cabeças, alguns partidos e caídos no chão ou amarrados a sinais de trânsito.
Têm um longo caminho a percorrer, mas daqui a uns 10 anos será uma cidade a incluir nos roteiros turísticos. Vai valer a pena.
25.8.08
3.3.08


Fiquei agradavelmente surpreendida com Málaga. É uma cidade grande, ordenada e muito bonita. Apesar de ficar perto de Torremolinos, não foi estragada pela fúria imobiliária.

Esta é a Catedral d Málaga, mais conhecida como "manquita", por nunca ter sido terminada. vale a pena ler aqui a história da sua construção.
O seu interior é imponente.
3.7.07

Já sabia que a Eslovénia é um país pequeno e que a sua capital, Ljubljana, tem apenas 200.000 habitantes. Do que eu não estava à espera, era da boa qualidade de vida dos eslovenos. Esta foto foi tirada na sexta-feira às 10 da manhã, no centro da cidade. Trânsito caótico não há, as pessoas deslocam-se de bicicleta ou de transportes públicos. A limpeza é extrema, muito superior à que vi em Singapura, cidade que é famosa pelas multas pesadas para quem suja as ruas.
As casas estão conservadas, não há prédios velhos, a caír ou a precisar de pintura. O interior do país é igualmente arrumado e limpo, nada de ter trastes velhos no meio dos campos. As janelas com flores dão um ar alegre às vilas e aldeias. Tudo isto, a juntar à beleza natural, faz da Eslovénia um pais que dá gosto visitar. Adorei!


Com tristeza, constato que somos um país de desleixados e de preguiçosos, que não cuidamos da natureza bonita que temos.
27.6.07
Meus amigos, vou ausentar-me, por uns dias, para aqui.
Se entretanto precisarem de algo, comprem (eheheheheh), que eu vou fazer o mesmo.
Até 2ª feira e sejam felizes. Beijinhos.
Se entretanto precisarem de algo, comprem (eheheheheh), que eu vou fazer o mesmo.
Até 2ª feira e sejam felizes. Beijinhos.
6.5.07

Há quase um ano que tenho um iPod photo de 60G. De vez em quando punha lá umas músicas, por brincadeira, mas ouvi-las... nunca.
Quando vinha do Egipto e na escala em Frankfurt, dei uma espreitadela pelas lojas do aeroporto e comprei lá umas colunas para o iPod, para pôr na casa nova, que ainda não tem aparelhagem. E parece-me que não vai ter mesmo. E não é que aquela coisa agora tem tido uso? Ando na pirataria e já tem 500 músicas. É claro que são antiguinhas, mas eu sou careta. As do Guru estão lá todas, assim como outros da mesma época, mas está a faltar-me imaginação. Querem dar-me sugestões? Não gosto de músicas barulhentas nem de jazz. Digam digam digam!
23.4.07
13.3.07



A Igreja de São Gião foi, para mim, uma agradável surpresa. Encontrar, no interior serrano, uma Igreja linda e tão bem conservada.
Quando chegámos, a meio da tarde, encontrámos a Igreja fechada. Perguntámos, a alguém que passava, se ainda abriria. Que não, não abria, mas se quiséssemos visitá-la, bastava ir ao café em frente, pedir a chave. E foi assim que vimos a igreja, sem ninguém a vigiar, completamente à vontade. O António ainda tentou fazer um sermão, mas a sogra conseguiu impor o respeito.
Gostei, tanto da Igreja, como da confiança das gentes da terra.
6.2.07




Confesso que não estava à espera que Brasília fosse como é. A minha reacção deve ter sido a mesma que os portugueses tiveram, quando viram a baixa pombalina depois do terramoto. É uma cidade imensa, onde andar a pé é impossível, já que a distância entre os edifícios é enorme. A cidade tem 40 anos, mas está preparada para muitos mais, tal é o espaço. Não há monumentos, pelo menos do tipo a que estamos habituados, na Europa. A arquitectura é arrojada e impressionante. Um dia é o suficiente para a visitar, desde que se ande de carro.
Merece uma visita, pela diferença. E deve ser admirada pala coragem do homem que a idealizou, Juscelino Kubitschek e do seu arquitecto,Oscar Niemeyer, apesar de se dizer que, ainda hoje, o Brasil paga a factura de tamanho empreendimento. Gostei!
5.1.07
Eu bem desconfiava
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