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26.4.10
3.7.09
30.6.09
Pensava eu, ao ir a Bucareste, que ia encontrar uma cidade como Varsóvia ou Sófia, descaracterizadas pelos regimes comunistas. Bem, enganei-me. Apesar dos estragos, é uma bela cidade.
Resistiu a incêndios, terramotos e à revolução que depôs Ceausescu. É certo que está mal tratada, mas começam a ver-se os efeitos da entrada na CEE. Vêm-se obras por toda a cidade, na recuperação de belos palácios. Pena é que no meio deles se encontrem aquelas construções aberrantes dos regimes comunistas.
As ruas, no centro da cidade, são espaçosas e arejadas, sem prédios altos e ainda com poucos edifícios de vidro. E sem turistas japoneses aos magotes... ainda!
Esta última fotografia mostra uma realidade que eu só tinha visto no Nepal. Emaranhados de fios eléctricos por cima das nossas cabeças, alguns partidos e caídos no chão ou amarrados a sinais de trânsito.
Têm um longo caminho a percorrer, mas daqui a uns 10 anos será uma cidade a incluir nos roteiros turísticos. Vai valer a pena.
3.3.08


Fiquei agradavelmente surpreendida com Málaga. É uma cidade grande, ordenada e muito bonita. Apesar de ficar perto de Torremolinos, não foi estragada pela fúria imobiliária.

Esta é a Catedral d Málaga, mais conhecida como "manquita", por nunca ter sido terminada. vale a pena ler aqui a história da sua construção.
O seu interior é imponente.
16.10.07
10.9.07

Confesso que fui para o Tibete cheia de expectativas, criadas por leituras ou por reportagens televisivas. Era, para mim, um local mítico, o tecto do mundo, cheio de tradições e de grande espiritualidade. A espiritualidade está lá, vê-se em numerosos mosteiros, mas as tradições foram adulteradas pelos chineses, que invadiram Lhasa e as principais cidades do Tibete, impondo o seu modo de vida e um comércio agressivo que floresce em tudo quanto é canto.
É claro que a paisagem é aquela que eu estava à espera, linda, de cortar a respiração. Aquelas altitudes, acima dos 3500 metros, apesar do mal-estar que provocam, tornam o ar límpido, as montanhas têm contornos perfeitamente definidos e o céu é de um azul único.

Em Lhasa, aquele que é considerado o ex-libris da cidade, o Mosteiro Potala, é muito mais impressionante do que eu estava à espera. É lindo e a posição que ocupa na cidade, ainda o torna mais imponente. Apesar do tamanho é de uma graciosidade tocante.

E à noite, apetece ficar ali, numa praça imensa, a olhá-lo, em silêncio.
Todas as noites, às 9 horas, há, naquela praça, um espéctaculo de àgua luz e som digno de ser visto. A água dança, ao som de diversas músicas, respeitando os vários ritmos. Nunca tinha visto um espectáculo assim. Afinal os chineses conseguem, com o seu avanço na técnica, fazer coisas impressionantes.
Ficou-me, de Lhasa, a recordação do mosteiro visto por trás de uma cortina de água, belo e grandioso.
17.7.07
6.6.07
Egipto
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Quando a barragem de Nasser, no Alto Nilo, foi construída, o templo de Philae foi desmontado e reconstruído na Ilha Agilika, a aprox. 550 m. de seu lugar original, na Ilha de Philae. O templo, que era dedicado à deusa Ísis, está localizado num belo cenário com características idênticas ao do anterior. As suas várias capelas e santuários, incluem o Vestíbulo de Nectanebos I que é usado como entrada da ilha, o Templo do Imperador Adriano , o Templo de Hathor, o Quiosque de Trajano (Cama do Faraó), e dois pilons que celebram todas as deidades envolvidas no mito de Ísis e Osíris.
30.5.07
Egipto
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Vale dos Reis.
Só alguém que acredita na vida depois da morte, escolheria um local assim, um deserto abrasador, para a sua última morada, na crença de que assim ficariam a salvo da ganância do homem. Mas estes faraós, além de loucos, era ingénuos. Só o túmulo de Tutankhamon chegou inviolado, aos nossos dias, tendo sido descoberto por Howard Carter, em 1923. O seu espólio: a máscara e os sarcófagos de ouro, as jóias, o trono em ouro, o vasilhame de alabastro e o mobiliário, podem ser visitados no Museu do Cairo. Todos os outros túmulos, incluino os das Raínhas, foram violados e pilhados.
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Também em Tebas, perto do Vale, ficam estes 2 colossos de Memnon, que são tudo o que resta do túmulo de Amon-Ofis III. Estas estátuas ficavam na entrada do templo e têm 20 metros de altura.
Aqueles egípcios tinham a mania das grandezas!
23.5.07



Kom-Ombo é uma cidade do Egipto, localizada na margem direita do rio Nilo, ao norte de Assuão. A maior parte dos habitantes são núbios provenientes das regiões inundadas pelo lago Nasser, que foi formado depois da construção da barragem de Assuão.
A cidade é um importante destino turístico, pelo facto de ter um templo da época greco-romana, mais precisamente ptolemaico, dedicado a duas divindades: o deus crocodilo Sobek e o deus falcão Horus.
Estes templos gregos são impressionantes. Mais ainda, pelo menos para mim, do que as pirâmides, que, e talvez por isso, são o postal do Egipto.
7.5.07



Esta é a mesquita Mohamed Ali, no Cairo, construída no princípio do sec.IX.
As mulheres não podem entrar com os braços e pernas à mostra, daí a figurinha daquelas 2 loucas que encontram maneira de se divertir com qualquer coisa. Sapatos, também têm que ficar à porta.
Nunca fui à Turguia, mas dizem que esta mesquita é semelhante a outro monumento famoso, Santa Sofia, em Istambul, mas ainda mais bonita. É lindíssima e imensa, ricamente decorada com mármore e alabastro, ficando completamente cheia, na hora da oração. Não me cansava de olhar para aqueles tectos e a cúpula, tão bem decorada.

O nome é que só me fazia pensar em murros. Que raio de ideia a do outro, nada pretensioso!
4.5.07

Pirâmide de Keops e a Esfinge. É uma visão monumental. É pena que não se consiga observá-las com atenção, tantos são os vendedores que por ali andam, a assediar os turistas. Valeu-me ter lá ido de noite, para um espectáculo de luz e som, bem sentada numa esplanada.
Esta é a Pirâmide de Khefre, onde ainda se vê parte do revestimento de alabastro, no topo. Segundo o guia, o alabastro que falta, foi roubado pelos árabes.
Os milhares de anos que passaram desde a sua construção são responsáveis por alguns estragos. Mas o homem e a sua ganância, foi o principal responsável pela degradação de todos aqueles monumentos grandiosos.
23.4.07
11.4.07
3.4.07
Cathédrale Saints-Michel-et-Gudule
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