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29.10.07


Andar pelas estradas do Tibete é lento, muito lento. Não pela qualidade das estradas nem pelo volume de tráfego. A razão é somente devida ao controle de velocidade, de 70km por hora. E não pensem que a tecnologia está avançada. De 50 em 50 km existem operações stop. Todos os veículos são obrigados a parar e é-lhes dada uma folha com a identificação do condutor, marca e matrícula do carro e a hora da passagem. No controle seguinte, entregam a folha ao polícia, que verifica o tempo que levou a percorrer aqueles kms e preenche outro. Ai de quem tiver demorado menos tempo do que o devido.
Agora imaginem, quando o motorista acelerava mais um bocadito, lá tínhamos que efectuar uma paragem técnica para esvaziar a bexiga, no meio de nenhures, homens para um lado, mulheres para o outro, cada uma à procura da melhor árvore ou do melhor montículo, para esconder as brancuras, isto para as mulheres, já que para os homens é mais fácil. Acho que nunca vi tanto rabo!
As paragens policiais e as técnicas obrigaram-nos a uma viagem de 10 horas para fazer 400km em estradas planas e sem trânsito. É obra!

17.9.07


Em vários locais do Tibete, encontrámos este aquecedor solar. Uma maneira de economizar energia!

5.9.07



As casas, no Butão, são todas semelhantes, cheias de madeiras trabalhadas e pintadas. E enormes, também. O efeito, no meio da paisagem é muito bonito.
Quem herda a casa de família são as filhas. É suposto os homens fazerem pela sua vida e arranjarem casa. Os casamentos não são combinados e em alguns locais a poligamia e a poliandria são praticadas.

Todos os habitantes devem usar o traje oficial, Gho, para os homens e Kira para as mulheres, em público. Os funcionários públicos usam, ainda, uma espécie de xaile atravessado, variando a cor de acordo com a posição que ocupam. Será um pouco estranho, para nós, mas é assim que funciona.